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António Zambujo faz canção sem palavras???

Canções sem palavras até nós éramos capazes de escrever! Só que o António Zambujo desatou a complicar tudo e foi pedir ao Mario Laginha para fazer uma música para a letra (que era suposto não haver!) do João Monge . Acabou "morrendo de amor". Sem palavras!

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Zambujo - Sem palavras

Sem palavras também se fazem canções? João Monge diz que sim, Mario Laginha está de acordo, António Zambujo assina por baixo!
Se eu pudesse colher / A papoila que tu / Deixas dentro de mim“…
Mau… a canção não era para não ter palavras?

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Integra o disco “Do Avesso”, lançado em 2018: António Zambujo acompanhado pela Sinfonietta de Lisboa, sob a direção do maestro Vasco Pearce de Azevedo, com arranjos musicais e orquestração de Filipe Melo e Nuno Rafael. João Monge e Mário Laginha assinam a letra e a música.

António Zambujo
Alentejano nascido em Beja, António Zambujo, iniciou o seu percurso musical pelo fado. Tem vindo a experimentar outras sonoridades, com incursões no cante alentejano da sua região natal.
O criador de “Fado Alcantarado” e “Jogo de Sedução” estreou-se em 2002 com o álbum “O Mesmo Fado”, ao qual se seguiu “Por Meu Cante” (2004). Dois anos depois recebria o Prémio Amália para o Melhor Intérprete de Fado.

A não perder este “Sem Palavras”!
Aqui com:
• Orquestra – Sinfonietta de Lisboa
• Piano, Clavinet e Percussões – Filipe Melo
• Guitarras, Baixo Elétrico, Coros e Percussões – Nuno Rafael
• Coros – João Zambujo

Se eu pudesse dizer
O que o teu olhar diz
Quando me olhas assim
Se eu pudesse colher
A papoila que tu
Deixas dentro de mimSe eu pudesse morar
Onde o teu coração
Tem a chave do lar
O mundo era perfeito
Tudo tinha o seu jeito
Dentro desse lugarSe a nuvem fosse embora
E o sol radiasse
Dentro da minha voz
Talvez eu conseguisse
Que a minha voz voltasse
E falasse de nósSe eu pudesse dizer
Dizer como um segredo
E deixasse no ar
Para mim o teu nome
Eu já era feliz
E deixava-me levar
Libertado do medo
Das palavras com fomeMas por cada mulher
Que é só feita de amar
E nasceu numa flor
No jardim que tu lavras
Há um homem qualquer
Qua aprendeu a falar
E morrendo de amor
Acabou sem palavras

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