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Lisboa é a 4ª cidade mais bonita do Mundo

Não somos nós quem o dizemos mas sim as grandes revistas internacionais de turismo com base na opinião dos seus leitores: Lisboa é uma das cidades mais bonitas do mundo.

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Lisboa
Lisboa

Lisboa é a capital de Portugal e pólo duma região multifacetada que apela a diferentes gostos e sentidos. Não somos nós que o dizemos mas sim os sites e revistas especializadas em destinos turísticos: Lisboa é a 4ª cidade mais bonita do mundo. Numa cidade que foi recebendo muitas e diferentes culturas vindas de longínquas paragens ao longo do tempo, ainda hoje se sente um respirar de aldeia em cada bairro histórico.

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Mosteiro dos Jerónimos – Uxio

Podemos percorrer a quadrícula de ruas da Baixa pombalina que se abre ao Tejo na Praça do Comércio e, seguindo o rio, conhecer alguns dos lugares mais bonitos da cidade: a zona monumental de Belém com monumentos do Património Mundial, bairros medievais, e também zonas de lazer mais recentes ou contemporâneas, como o Parque das Nações ou as Docas.

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Mosteiro dos Jerónimos

Continuando junto à foz do rio vamos perceber porque se diz que Lisboa é o centro dum vasto resort. Pela estrada marginal vamos conhecer praias e estâncias balneares que combinam villas e hotéis do início do séc. XX com marinas, esplanadas e modernos equipamentos desportivos, com particular destaque para o golfe e a náutica de recreio. Seguindo a costa vamos encontrar spots de surf de renome mundial, mas também os palácios espalhados pela paisagem cultural de Sintra, Património Mundial.

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Ponte 25 de Abril

Tanto a norte como o a sul da capital, a grande variedade de paisagens e património fica sempre a curta distância. Com praias, parques naturais, percursos culturais e alojamento para todos os gostos, é difícil escapar à região de Lisboa numa visita a Portugal.

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Padrão dos Descobrimentos – Joe Price

O fado é mais uma expressão portuguesa também elevada a Património Mundial. Por isso, jantar numa casa de fados será outra experiência a não perder. E depois ainda nos juntamos em animados bares e discotecas, onde festejamos com um copo a chegada de quem nos visita.

 

10 locais deslumbrantes em Lisboa que (quase) ninguém conhece

Fuja dos tradicionais roteiros sobre o que visitar em Lisboa e venha connosco à descoberta dos locais mais secretos e menos frequentados por turistas mas que são autênticas preciosidades por descobrir na capital. Há em Lisboa cantos e recantos de encantar, tesouros por descobrir e segredos por conquistar. Deixe o guia turístico de lado e aventure-se pela magia da capital portuguesa. Descubra 10 locais deslumbrantes em Lisboa que quase ninguém conhece.

 

1. Museu Nacional do Azulejo

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O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, é um dos mais importantes museus de Portugal, pela sua colecção singular, dedicada ao azulejo, expressão artística diferenciadora da cultura portuguesa, e pelo edifício ímpar em que se encontra instalado, o antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor (1458-1525). No acervo, destaque para um painel de azulejos representa uma panorâmica de Lisboa antes do terramoto de 1755.

 

2. Sala de Portugal na Sociedade Portuguesa de Geografia

Sala de Portugal
Sala de Portugal

Fundada por iniciativa de Luciano Cordeiro em 1875, a Sociedade de Geografia de Lisboa ocupa, desde 8 de Julho de 1897, instalações de rara beleza arquitectónica e decorativa na Baixa da cidade. O Museu Etnográfico possui um notável acervo nas áreas da Etnologia e História, em especial espécies relativas às antigas possessões portuguesas em África e Ásia. O Museu é composto por várias salas. A “Sala Portugal” com os seus 50m de comprimento, rodeada por duas ordens de galerias é onde se encontra grande parte do espólio museológico.

 

3. Palácio Burnay

Palácio Burnay
Palácio Burnay – António Reis

Construído em 1734, este palácio foi residência de patriarcas de Lisboa e de aristocratas até ser adquirido pelo Estado em 1940. Hoje é ocupado pelo Instituto de Investigação Científica Tropical e não se encontra aberto ao público. O mais impressionante são as paredes da escadaria pintadas em trompe-l’oeil que criam um efeito monumental de relevos.

 

4. Igreja Menino de Deus

Igreja Menino de Deus
Igreja Menino Deus – Ricardo Dias

A Igreja do Menino Deus é uma igreja localizada em Alfama junto ao Castelo de São Jorge, na freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa. Esta classificada como Monumento Nacional desde 1918. A igreja tem estilo conventual, barroco, tendo sido construída por altura do reinado de D. João V (1711). Foi projectada pelo arquitecto João Antunes. Foi concluída por João Frederico Ludovice. No local havia já um hospital denominado de Mantelatos da Ordem Terceira de São Francisco de Xabregas, que continha uma imagem milagrosa do Menino Jesus. O rei D. João V, ao ouvir os relatos dos milagre, resolveu erguer um templo, alguns meses antes do nascimento do seu primeiro filho.

 

5. Convento da Madre de Deus

Convento da Madre de Deus
Convento da Madre de Deus

O Convento da Madre de Deus, outrora pertença da Ordem de Santa Clara, fica situado na zona oriental de Lisboa, e aloja actualmente o Museu Nacional do Azulejo. Mandado construir em 1509 pela Rainha D. Leonor, mulher do Rei D. João II, só cerca de 1550 é construída a actual igreja da Madre de Deus, por ordem do Rei D. João III, sendo posteriormente decorada já nos reinados de D. Pedro II, D. João V e D. José, entre finais do século XVII e meados do século XVIII.

 

6. Miradouro da Rocha do Conde de Óbidos

Miradouro da Rocha do Conde de Óbidos
Miradouro da Rocha Conde de Óbidos

Este miradouro encontra-se um pouco desviado do centro da cidade, contudo não deve por isso ser menosprezado, muito pela sua simplicidade e pela vista sobre a área comercial do porto de Lisboa e do Rio Tejo. O jardim onde está localizado o miradouro é bastante apelativo com uma fauna e flora bastante diversificada. Situa-se perto do Museu Nacional de Arte Antiga e é um bom pretexto para um passeio cultural.

 

7. Miradouro dos Montes Claros

Miradouro dos Montes Claros
Miradouro dos Montes Claros

O miradouro situa-se no centro do pulmão lisboeta, o Parque de Monsanto, que apesar de um pouco deslocado do resto dos miradouros, oferece uma panorâmica belíssima do Rio Tejo, Lisboa e em especial sobre a Serra de Sintra. Rodeado de amplas áreas verdes e de um lago, é um espaço bastante agradável e um excelente motivo para descobrir o Parque de Monsanto, que no fim-de-semana, acabar por ser o local ideal para um escape citadino.

 

8. Palácio Fronteira

Palácio Fronteira
Jardim do Palácio dos Marqueses de Fronteira

A casa do Marquês de Fronteira, datada de 1670, é, sem dúvida alguma, um palácio glorioso difícil de ultrapassar. Para além do seu jardim altamente escultural, existem quartos recheados de azulejos decorativos dos séculos XVII e XVIII que retratam batalhas e cenas de caça, com tons únicos. Acredite que não irá encontrar nada que se lhe compare em Lisboa. Se aprecia azulejos e grandes interiores, este é o sítio para ir. A Sala das Batalhas já tem sido considerada “a Capela Sistina da azulejaria portuguesa”. O horário de abertura é limitado, portanto é aconselhável reservar com antecedência.

 

9. Palácio Foz

Palácio Foz
Palácio Foz

O Palácio Foz é um dos edifícios mais belos do centro de Lisboa mas infelizmente não se encontra aberto ao público, sendo apenas possível visitar por marcação. A sua construção iniciou-se em 1777 e vários proprietários e diversas remodelações deram-lhe uma mistura de estilos no seu interior, desde o rococó ao neo-gótico e neo-manuelino. Uma das muitas curiosidades é a “abadia,” um antigo espaço usado como restaurante praticamente exclusivo da elite maçónica onde se realizavam reuniões secretas.

 

10. Palácio da Ega

Palácio Foz
Palácio Foz

O Palácio da Ega, construído no século XVI e usado como as instalações do Arquivo Histórico Ultramarino desde 1931 esconde uma das mais belas salas da cidade. Chama-se Salão Pompeia e data de uma remodelação do edifício no século XVIII. Era um espaço usado como sala de música em grandes banquetes e por isso foi colocada uma estátua de Apolo, o deus da música. Este encontra-se rodeado de frescos, de magníficas colunas e de oito painéis de azulejos holandeses do século XVIII ilustrando os principais portos europeus.

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