Apetece falar de flores. Vá se lá saber porquê… Flores mesmo, sem subterfúgio ou segundo sentido de palavra.
Daquelas que nascem das hastes e ramos de plantas e árvores.
Daquelas naturais e de ver crescer…
Daquelas que meu pai, mestre sabedor, ensinou a conhecer, gostar e a fazer florescer.
E tanto se pode aprender de uma flor…
Até o efémero dos gestos, até a fragilidade da vida.
Serão estas as flores do Pilriteiro (Crataegus monogyna)? Imagem: Ricardo Raposo
Há flores de ver e cheirar.
Flores de comer e beber.
Flores de bem-querer e mal-querer.
Flores de rir e chorar.
Bonitas, saborosas, ricas de virtude e de gosto…
Que pedir a uma flor?
Talvez… que dure um pouco mais e não esmaeça num repente.
Flores que são beleza, paixão, deslumbramento, aconchego, mezinha…
Nas tisanas e outras providenciais infusões, exaltam prazeres de fragrância e sabor. Acrescentam poderes medicinais… (Ler Mais)
Algumas, de tão provocantes e apetecíveis, apetece mesmo comer.
E então, quando sedosas ao toque, cheirosas e suaves, de formas bem desenhadas e cores cheias… (Ler Mais)
Como em tudo na vida, manda bom senso (e experiência!) que não se dispense a precaução. As escolhas têm de ser acertadas… Porque nem todas as flores são boas de comer: Algumas são… (Ler Mais)
E, da mesma palavra… significados e sentidos tão diferentes: Da excelência da flor de sal aos melefícios da flor de vinho, um abismo!
Que nome poderia ter o sal de melhor qualidade e de… (Ler Mais)
Na linguagem, no imaginário, no dia-a-dia… associamos as flores a quase tudo. E a partir delas fazemos afirmações significativas e… significantes.
Entre o “viva quem é uma flor” e o “não é flor que se… (Ler Mais)
[…] Viva quem é uma flor! […]
[…] Viva quem é uma flor! […]
[…] Viva quem é uma flor! […]
[…] Viva quem é uma flor! […]
[…] Viva quem é uma flor! […]